Um dossiê para o investidor conservador: do diagnóstico macro global ao detalhe da renda fixa brasileira, terminando na síntese da carteira. Três fases, um único raciocínio.
Da base da montanha (panorama macro) ao cume (a síntese da carteira).
A economia dos EUA hoje e os 8 vetores de risco monitorados — da euforia de IA à China — com peso de probabilidade.
O juro real brasileiro frente ao mundo, a duration no extremo (RendA+ 2065) e a liquidez dos pós-fixados.
A carteira "halteres": liquidez imediata (DI) de um lado, juro real longo (NTN-B 2065) do outro. Calibrando os extremos.
Os grandes vetores que vão mover o mercado nos próximos 24 meses — cada um com peso de probabilidade.
A sustentabilidade do rali tech e se o valuation das Big Techs reflete produtividade real ou excesso especulativo.
Liquidez e solvência no crédito global, com o impacto dos juros mantidos em patamares elevados.
O endividamento soberano e corporativo como limitador de crescimento e fator de instabilidade.
Oferta e volatilidade de preços de energia como vetor inflacionário direto no curto prazo.
A erosão do poder de compra e as mudanças estruturais sobre o consumo e a estabilidade social.
O risco geopolítico (Irã) e seu potencial de desestabilizar rotas comerciais e o mercado de commodities.
O papel da China como motor global e os riscos de contágio do setor imobiliário e das tensões comerciais.
O efeito da automação sobre o mercado de trabalho e a renda — um vetor lento, porém estrutural.
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